Mostrando postagens com marcador Palavra em música. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Palavra em música. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Pra não dizer que não falei das flores



Pra Não Dizer Que Não Falei Das Flores
Geraldo Vandré

Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Somos todos iguais
Braços dados ou não
Nas escolas, nas ruas
Campos, construções
Caminhando e cantando
E seguindo a canção

Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer (2x)

Pelos campos há fome
Em grandes plantações
Pelas ruas marchando
Indecisos cordões
Ainda fazem da flor
Seu mais forte refrão
E acreditam nas flores
Vencendo o canhão

Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer (2x)

Há soldados armados
Amados ou não
Quase todos perdidos
De armas na mão
Nos quartéis lhes ensinam
Uma antiga lição
De morrer pela pátria
E viver sem razão

Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer (2x)

Nas escolas, nas ruas
Campos, construções
Somos todos soldados
Armados ou não
Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Somos todos iguais
Braços dados ou não
Os amores na mente
As flores no chão
A certeza na frente
A história na mão
Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Aprendendo e ensinando
Uma nova lição

Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer (2x)

Em tempo de reescrever nossa história: 
"DITADURA NUNCA MAIS".
É sempre ótimo apreciar estas palavras nesta música,
que inspira, conscientiza e mobiliza-nos para 
a rebeldia transgressora e resiliência, conforme Freire.
Para acessar o este vídeo:
http://www.youtube.com/watch?v=1KskJDDW93k




quarta-feira, 26 de março de 2014

Corpo e Alma - Moxuara



Corpo e Alma
 Moxuara

Sabe?
Não sei o quanto o tempo passa,
eu, que nem sei o tanto que vivi.
Também não sei o quanto a vida abraça
das dores, de nós, dos dias que perdi.

Sabe?
Não sei se a vida vira a barca,
se, de roda, carrega os mitos que herdei.
Também não sei o quanto ela traga
dos risos, de nós, dos dias que ganhei.

Entretanto, se refaçam
idas e vindas, beijos e adeus
- a noite sempre suspende a alvorada.
Até que te surpreendas calada,
sem querer, sequer, saber por onde andei.

Mais informações sobre o Grupo Moxuara, acessar:
http://www.moxuara.com.br/joomla_joomla/

O Grupo Moxuara retrata um jeito de ser e de viver: 
"O MOXUARA semeia nos campos da musicalidade que prima pelo
despertar dos mais nobres sentimentos humanos, ...
 Ao trilharmos esse caminho, fortalecemos o ciclo vital ao redor
desta musicalidade que estabelece a comunicação entre as aldeias
e nos faz experimentar a convivência com as diferenças
e a sensibilidade que estimula,cria amizades
e favorece o exercício das relações de carinho, de cordialidade,
de perdão e de respeito a todos os seres". (Extraído do site)

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Canção da terra


 Canção da terra
Pedro Munhoz



Tudo aconteceu num certo dia
Hora de Ave Maria
O Universo viu gerar
No princípio, o verbo se fez fogo
Nem Atlas tinha o Globo
Mas tinha nome o lugar
Era Terra,
E fez o criador a Natureza
Fez os campos e florestas
Fez os bichos, fez o mar
Fez por fim, então, a rebeldia
Que nos dá a garantia
Que nos leva a lutar
Pela Terra,
Madre Terra, nossa esperança
Onde a vida dá seus frutos
O teu filho vem cantar
Ser e ter o sonho por inteiro
Sou Sem Terra, sou guerreiro
Co'a missão de semear
A Terra, Terra,
Mas, apesar de tudo isso
O latifúndio é feito um inço
Que precisa acabar
Romper as cercas da ignorância
Que produz a intolerância
Terra é de quem plantar
A Terra, Terra,
Terra, Terra...


http://www.youtube.com/watch?v=9_Lygzaofi0





sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Por onde andei

Por onde andei
Nando Reis


Desculpe
Estou um pouco atrasado
Mas espero que ainda dê tempo
De dizer que andei
Errado e eu entendo

As suas queixas tão justificáveis
E a falta que eu fiz nessa semana
Coisas que pareceriam óbvias
Até pra uma criança

Por onde andei?
Enquanto você me procurava
Será que eu sei?
Que você é mesmo
Tudo aquilo que me faltava...

Amor eu sinto a sua falta
E a falta
é a morte da esperança
Como um dia
Que roubaram o seu carro
Deixou uma lembrança

Que a vida é mesmo
Coisa muito frágil
Uma bobagem
Uma irrelevância
Diante da eternidade
Do amor de quem se ama

Por onde andei?
Enquanto você me procurava
E o que eu te dei
Foi muito pouco ou quase nada
E o que eu deixei?
Algumas roupas penduradas
Será que eu sei?
Que você é mesmo
Tudo aquilo que me faltava..

Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah!
Uh! Uh! Uh!
Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah!
Uh! Uh! Uh!

Amor eu sinto a sua falta
E a falta
é a morte da esperança
Como um dia
Que roubaram o seu carro
Deixou uma lembrança.

Que a vida é mesmo
Coisa muito frágil
Uma bobagem
Uma irrelevância
Diante da eternidade
Do amor de quem se ama

Por onde andei?
Enquanto você me procurava
E o que eu te dei
Foi muito pouco ou quase nada
E o que eu deixei?
Algumas roupas penduradas
Será que eu sei?
Que você é mesmo
Tudo aquilo que me faltava...

Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah!
Uh! Uh! Uh!
Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah!
Uh! Uh! Uh!

Por onde andei?
Enquanto você me procurava
E o que eu te dei
Foi muito pouco ou quase nada
E o que eu deixei
Algumas roupas penduradas
Será que eu sei?
Que você é mesmo
Tudo aquilo que me faltava

Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah!
Uh! Uh! Uh!
Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah!
Uh! Uh! Uh!


http://www.youtube.com/watch?v=pnxRvHKjC3Y


sexta-feira, 17 de maio de 2013

De Janeiro a Janeiro



Não consigo olhar no fundo dos seus olhos
E enxergar as coisas que me deixam no ar, me deixam no ar
As várias fases, estações que me levam com o vento
E o pensamento bem devagar

Outra vez, eu tive que fugir
Eu tive que correr, pra não me entregar
As loucuras que me levam até você
Me fazem esquecer, que eu não posso chorar

Olhe bem no fundo dos meus olhos
E sinta a emoção que nascerá quando você me olhar
O universo conspira a nosso favor
A conseqüência do destino é o amor, pra sempre vou te amar

Mas talvez, você não entenda
Essa coisa de fazer o mundo acreditar
Que meu amor, não será passageiro
Te amarei de janeiro a janeiro
Até o mundo acabar
(Roberta Campos/Nando Reis)

Para acessar o vídeo: 

sexta-feira, 10 de maio de 2013

É ouro pra mim



Tudo junto
No meu caso rolou de uma vez só
De repente
O que era já não era mais
Mudou tudo no amor
Outra cara
Outra forma de ver e sentir
O que antes eu não entendia
Agora, é ouro pra mim
A cabeça mudou
Outra cara
Eu tô fora e não vou mais sair
o que eu não precisava
Agora é preciso
Amor é assim

Lindo
Tô que nem criança
Tô de alma limpa
Com você por perto
Sou mais longe ainda
Hoje eu quero luz de sol e mar

Nova
Renovada a força
Tô feliz da vida
Sob o seu domínio
Tô mais forte ainda
Não tem nada fora de lugar

Tudo junto no meu caso rolou de uma vez só
De repente o que era já não era mais
Mudou tudo no amor
Outra cara
Outra forma de ver e sentir
O que antes eu não entendia
Agora é ouro pra mim
A cabeça mudou
Outra cara
Eu tô fora e não vou mais sair
O que eu não precisava
Agora é preciso
Amor é assim

Lindo
Tô que nem criança
Tô de alma limpa
Com você por perto
Vou mais longe ainda
Hoje eu quero luz de sol e mar

Nova
Renovada a força
Tô feliz da vida
Sob o seu domínio
Tô mais forte ainda
Não tem nada fora de lugar

Compositor: Peninha
Voz: Renata Arruda
            

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Poema



Eu hoje tive um pesadelo
E levantei atento, a tempo
Eu acordei com medo
E procurei no escuro
Alguém com o seu carinho
E lembrei de um tempo

Porque o passado me traz uma lembrança
De um tempo que eu era ainda criança
E o medo era motivo de choro
Desculpa pra um abraço, um consolo

Hoje eu acordei com medo
Mas não chorei nem reclamei abrigo
Do escuro, eu via o infinito
Sem presente, passado ou futuro
Senti um abraço forte, já não era medo
Era uma coisa sua que ficou em mim
E que não tem fim

De repente, a gente vê que perdeu
Ou está perdendo alguma coisa
Morna e ingênua que vai ficando no caminho
Que é escuro e frio, mas também bonito porque é iluminado
Pela beleza do que aconteceu há minutos ou anos atrás.
Composição: Frejat/Cazuza

Para acessar o víde desta canção: http://www.youtube.com/watch?v=b0halkgHRsw

quarta-feira, 20 de março de 2013

Que fim levaram todas as flores




Que fim levaram todas as flores,
que o preto velho me contava?
Que fim levaram todas as flores,
que a rainha louca não gostava?

Que à lapela a moça carregava?
Que o olhar de todos me lembrava?
Que fim levaram todas as flores
que qualquer coisa não estragava?

Em qualquer dia que pedia
com grande amor e alegria.
Que fim levaram todas as flores que a
criança, às vezes, me pedia?

Que à lapela a morta carregava...
Que fim levaram todas as flores?
(MOXUARA)

MOXUARA semeia nos campos da musicalidade que prima pelo
despertar dos mais nobres sentimentos humanos,
que se construíram por gerações
no decorrer dos tempos, e que agora,
nos são entregues com a incumbência de prosseguirmos.
Ao trilharmos esse caminho,
fortalecemos o ciclo vital ao redor desta musicalidade
que estabelece a comunicação entre as aldeias
e nos faz experimentar a convivência com as diferenças
e a sensibilidade que estimula, cria amizades
e favorece o exercício das relações de carinho,
de cordialidade, de perdão e de respeito a todos os seres.
Manter viva essa música é um compromisso do Moxuara,
tanto quanto manter vivas tais relações,
é um compromisso de todas as pessoas.
Então, que seja esse o fio condutor da energia que nos atrai.


domingo, 10 de março de 2013

Cativeiro



Ouvi um pássaro cantar no cativeiro
Nesse instante não contive a emoção
Em saber que a beleza de seu canto
Condenou-o a viver numa prisão

Se por cantares hoje vives prisioneiro
Somos iguais neste ofício de cantor
Pra dar ao mundo mais poesia e ternura
Em liberdade cantar a vida e o amor

(Não tem preço a liberdade não tem dono
Só quem é livre e sente o prazer de cantar
Se um passarinho canta mais quando está preso
É num desejo de um espaço pra cantar)

Quantos homens nas gaiolas desta vida
Aprisionados pela empáfia do poder
São como pássaros cativos da injustiça
Morrendo aos poucos na prisão do mal viver

Quero ver pássaros e homens livremente
Romper na vida toda forma de prisão
Que só o amor e liberdade nos cativem
Aprisionando-se em cada coração

(Não tem preço a liberdade não tem dono
Só quem é livre e sente o prazer de cantar
Se um passarinho canta mais quando está preso
É num desejo de um espaço pra cantar)

Compartilhando as nossas vivências, 
acompanhando ocurso de qualificação social 
e profissional do jovem rural capixaba,
parceria MEPES-SEAG e unidades envolvidas com o campo,
em um diálogo/visita junto a EFA de EMI 
em Barra de São Francisco e a Pastoral da Juventude Rural 
participamos da mística com este lindo e
expressivo canto de luta e liberdade...





sábado, 1 de dezembro de 2012

Dias melhores virão



Vivemos esperando
Dias melhores
Dias de paz, dias a mais
Dias que não deixaremos
Para trás
Oh! Oh! Oh! Oh!...

Vivemos esperando
O dia em que
Seremos melhores
(Melhores! Melhores!)
Melhores no amor
Melhores na dor
Melhores em tudo
Oh! Oh! Oh!...

Vivemos esperando
O dia em que seremos
Para sempre
Vivemos esperando
Oh! Oh! Oh!
Dias melhores prá sempre
Dias melhores prá sempre
(Prá sempre!)...

Vivemos esperando
Dias melhores
(Melhores! Melhores!)
Dias de paz
Dias a mais
Dias que não deixaremos
Para trás
Oh! Oh! Oh!...

Vivemos esperando
O dia em que
Seremos melhores
(Melhores! Melhores!)
Melhores no amor
Melhores na dor
Melhores em tudo
Oh! Oh! Oh!...

Vivemos esperando
O dia em que seremos
Para sempre
Vivemos esperando
Oh! Oh! Oh!...

Dias melhores
Prá sempre...(4x)

Uh! Uh! Uh! Oh! Oh!
Prá sempre!
Sempre! Sempre! Sempre!..
Jota Quest

Caros irmãos e irmãs de diálogo e caminhada...
Alfredo Chaves, querida e bela cidade, 
viveu momentos de tensão, 
com as fortes chuvas que invadiram a cidade, 
alagando ruas e  trazendo destruição. 
Nestas horas, além da solidariedade as pessoas 
que tiveram suas casas invadidas 
e que perderam tudo, 
é preciso acreditar e ter fé no Deus da Vida, 
que nos cumula de bençãos e 
esperança na reconstrução...
Pois, Dias melhores virão

Para acessar o vídeo copie e cole: 
http://www.youtube.com/watch?v=Gkpd4nXMzy8




sábado, 1 de setembro de 2012

Como uma onda...



Nada do que foi será
De novo do jeito que já foi um dia
Tudo passa
Tudo sempre passará

A vida vem em ondas
Como um mar
Num indo e vindo infinito

Tudo que se vê não é
Igual ao que a gente
Viu há um segundo
Tudo muda o tempo todo
No mundo

Não adianta fugir
Nem mentir
Pra si mesmo agora
Há tanta vida lá fora
Aqui dentro sempre

Como uma onda no mar
Como uma onda no mar
Como uma onda no mar

Nada do que foi será
De novo do jeito
Que já foi um dia
Tudo passa
Tudo sempre passará

A vida vem em ondas
Como um mar
Num indo e vindo infinito

Tudo que se vê não é
Igual ao que a gente
Viu há um segundo
Tudo muda o tempo todo
No mundo

Não adianta fugir
Nem mentir pra si mesmo agora
Há tanta vida lá fora
Aqui dentro sempre

Como uma onda no mar
Como uma onda no mar
Como uma onda no mar
Como uma onda no mar
Como uma onda no mar

Composição: Lulu Santos / Nelson Motta

Para acessar o vídeo desta bela canção: