quinta-feira, 7 de junho de 2012
Corpus Christi
sábado, 26 de maio de 2012
Eucaristia: Pão da Vida, Pão da Unidade
A Eucaristia é alimento, “Pão vivo descido do céu”, que sustenta e fortalece a Igreja, para que ela, em cada membro, encontre força e graça para responder ao chamado de Cristo com fidelidade e amor, servir o próximo, principalmente na pessoa do pobre e do marginalizado e, assim, revelar o rosto de Deus glorioso.
A Eucaristia é missão. É a Eucaristia que aquece o coração da Igreja para que seja fiel à missão confiada pelo seu fundador, Jesus Cristo, logo após sua gloriosa ressurreição: “Levar o Evangelho a todos os povos”, e ser no mundo “pescadora de homens para Deus” (Mc 16, 15; Lc 5,10b).
A Eucaristia é também vida nova em Cristo Jesus, pois, quando a recebemos, o próprio Senhor concede-nos a graça de sermos seu Sacrário Vivo, promotores da vida, da justiça, do amor e da Paz. Alimentar da Eucaristia, é, portanto alimentar do próprio Cristo, é ter vida plena em Deus, é fazer sempre a vontade de Deus Pai, principalmente nos momentos de dor e de Cruz. É ter o céu dentro de nós.
A Eucaristia é também pão da unidade, que nutre, fortalece e sustenta a Igreja para que, na variedade de dons, carismas e serviços, viva a unidade, segundo a vontade de Cristo: “aquele que de mim alimenta, de mim vive” (Jo 6,57). Ora, viver em Cristo é ser fiel a Deus e ao seu projeto de amor, é ser artífice da verdade na unidade.
Portanto, todo àquele que se alimenta da Eucaristia, deve trabalhar sempre com alegria e amor, em prol do Corpo místico de Cristo, em comunhão com Deus, com a Igreja e com os irmãos, e assim servir em prol da unidade conquistada por Cristo Jesus na lenho da Cruz; unidade esta que deve ser manifestada por todos os membros da Igreja, principalmente pelos consagrados e por aqueles que estão à frente das pastorais, serviços e movimentos.
Assim, uma vez alimentado pela Eucaristia, “Pão vivo descido do Céu”, como discípulos devemos manifestar o rosto de Cristo ao mundo, isto é, no desempenho de nossa missão primar, para que, a Palavra de Deus ilumine e aqueça nossos corações e assim de coração aquecido desempenhemos nossos trabalhos promovendo a vida, a unidade e a Paz, e assim unido a Virgem Maria, Mãe da Igreja, possamos também dizer: “minha alma glorifica o Senhor” (Lc 1,46)
Dom Benedito Gonçalves dos Santos / cnbb.org.br
sábado, 19 de maio de 2012
Contemplar Cristo na Eucaristia
(JOÃO PAULO II, Carta Encíclica Ecclesia de Eucharistia, 17 de Abril de 2003, 6)
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Jesus Eucarístico: ao partir o pão
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo Segundo Lucas (Lc 24,13-35)
"Nesse mesmo dia, dois discípulos caminhavam para uma aldeia chamada Emaús, distante de Jerusalém sessenta estádios. Iam falando um com o outro de tudo o que se tinha passado. Enquanto iam conversando e discorrendo entre si, o mesmo Jesus aproximou-se deles e caminhava com eles. Mas os olhos estavam-lhes como que vendados e não o reconheceram. Perguntou-lhes, então: De que estais falando pelo caminho, e por que estais tristes? Um deles, chamado Cléofas, respondeu-lhe: És tu acaso o único forasteiro em Jerusalém que não sabe o que nela aconteceu estes dias? Perguntou-lhes ele: Que foi? Disseram: A respeito de Jesus de Nazaré... Era um profeta poderoso em obras e palavras, diante de Deus e de todo o povo. Os nossos sumos sacerdotes e os nossos magistrados o entregaram para ser condenado à morte e o crucificaram. Nós esperávamos que fosse ele quem havia de restaurar Israel e agora, além de tudo isto, é hoje o terceiro dia que essas coisas sucederam. É verdade que algumas mulheres dentre nós nos alarmaram. Elas foram ao sepulcro, antes do nascer do sol; e não tendo achado o seu corpo, voltaram, dizendo que tiveram uma visão de anjos, os quais asseguravam que está vivo. Alguns dos nossos foram ao sepulcro e acharam assim como as mulheres tinham dito, mas a ele mesmo não viram. Jesus lhes disse: Ó gente sem inteligência! Como sois tardos de coração para crerdes em tudo o que anunciaram os profetas! Porventura não era necessário que Cristo sofresse essas coisas e assim entrasse na sua glória? E começando por Moisés, percorrendo todos os profetas, explicava-lhes o que dele se achava dito em todas as Escrituras. Aproximaram-se da aldeia para onde iam e ele fez como se quisesse passar adiante. Mas eles forçaram-no a parar: Fica conosco, já é tarde e já declina o dia. Entrou então com eles.
Aconteceu que, estando sentado conjuntamente à mesa, ele tomou o pão, abençoou-o, partiu-o e serviu-lho. Então se lhes abriram os olhos e o reconheceram... mas ele desapareceu. Diziam então um para o outro: Não se nos abrasava o coração, quando ele nos falava pelo caminho e nos explicava as Escrituras? Levantaram-se na mesma hora e voltaram a Jerusalém. Aí acharam reunidos os Onze e os que com eles estavam. Todos diziam: O Senhor ressuscitou verdadeiramente e apareceu a Simão. Eles, por sua parte, contaram o que lhes havia acontecido no caminho e como o tinham reconhecido ao partir o pão”. Palavra da Salvação!
Este trecho nos faz reconhecer e compreender o mistério de Jesus Eucarístico Ressuscitado na partilha do pão. Diariamente ele está partindo para nós o pão e partilhando de seu cálice. Partilhemos também um pouco de nós com alguém. Alegremo-nos pelo dom da Eucaristia, por fazermos parte dos herdeiros do "partir do pão" do Senhor!
Há certamente outros trechos das Escrituras que nos aquecem o coração em algum momento ou que se prolongam na caminhada. Qual deles você traz à memória agora? (Mesmo que você não saiba a citação do trecho bíblico, anote-o e busque-o posteriormente)
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Eucaristia; mistério de luz

Todavia não se pode esquecer que o banquete eucarístico tem também um sentido primária e profundamente sacrifical.(13) Nele, Cristo torna presente para nós o sacrifício atuado uma vez por todas no Gólgota. Embora aí presente como ressuscitado, Ele traz os sinais da sua paixão, da qual cada Santa Missa é «memorial», como a liturgia nos recorda com a aclamação depois da consagração: «Anunciamos, Senhor, a vossa morte, proclamamos a vossa ressurreição...». Ao mesmo tempo que atualiza o passado, a Eucaristia projeta-nos para o futuro da última vinda de Cristo, no final da história. Este aspecto escatológico dá ao sacramento eucarístico um dinamismo cativante, que imprime ao caminho cristão o passo da esperança.
sexta-feira, 24 de junho de 2011
Corpus Christi: pão do céu

O Cristo sacramentado hoje, em plena rua, à frente de nossa sociedade, recorda que atividade e contemplação constituem um binômio vital, inseparável e fecundo. Nosso trabalho não está separado da oração. A oração não é fuga da atividade. Na oração encontramos o verdadeiro sentido do trabalho. No trabalho celebramos a eucaristia da vida, da vida plena.
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Instituição da Eucaristia
São Paulo na sua Primeira Carta aos Coríntios escreveu: “É que eu recebi do Senhor o que precisamente vos transmiti: O Senhor Jesus, na noite em que ia ser entregue, tomou um pão e, depois de dar graças, partiu-o e disse: Isto é o Meu Corpo, que é para vós; fazei isto em minha memória”. Depois de jantar, fez o mesmo com a taça, dizendo: “Esta taça é a Nova Aliança no Meu Sangue. Fazei isto, sempre que o beberdes, em Minha memória” (11, 23-25). S. Paulo com as palavras escreve: “Fazei isto em minha memória”.
Jesus verdadeiramente está presente na Hóstia Consagrada. Jesus está realmente presente na menor fracção de uma Partícula Consagrada, em todos os sacrários do mundo. Ele apresenta-se escondido numa partícula de pão num pouco de vinho misturado com poucas gotas de água. Nesta simplicidade Ele esconde todo o seu poder e a sua divindade. A Eucaristia é a maior renúncia de Cristo, Verdadeiro Deus e Verdadeiro Homem.



